quinta-feira, 2 de julho de 2015

Atiradores do Exército gravam vídeo dançando arrocha durante serviço no PI

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Um vídeo de 47 segundos mostrando dois atiradores do Exército dançando durante o serviço no Tiro de Guerra de Parnaíba (a 339 km de Teresina), no litoral do Piauí, resultou no afastamento de três jovens da corporação e abertura de processo administrativo.
O vídeo foi gravado no último domingo (28), quando estavam de plantão. Por ser um domingo, no momento não havia supervisor de serviço. 
Nas imagens, dois atiradores aparecem dançando alegremente ao som de uma música de um estilo nordestino conhecido como "arrocha". Um deles está sem a camisa da farda, mas veste calça e coturno. Um outro jovem totalmente fardado, que inicialmente aparece apenas assistindo à dança do colega, também entra na brincadeira no fim.
Além dos dois que aparecem nas imagens, um terceiro atirador que filmou a brincadeira também foi identificado e deve responder junto à processo administrativo.
Será aberto procedimento administrativo para apurar as irregularidades, ao final do qual, os atiradores poderão sofrer sanções disciplinares, conforme previsto no Regulamento Disciplinar do Exército.
"O bom seria se aprendêssemos com o erro dos outros, mas infelizmente o erro aconteceu na nossa casa e estão sendo tomadas as medidas possíveis. Fica o alerta para os outros para não cometerem tais transgressões", disse o chefe do Tiro de Guerra de Parnaíba, o tenente Everaldo Souza de Escobar, em entrevista à "TV Cidade Verde", complementando. "Às vezes, em uma brincadeira inocente, a pessoa acaba é envolvida em uma situação que não consegue sair dela e acaba sendo punido regularmente e sofre penas duras", afirmou.
Ainda segundo o militar, os jovens já foram chamados pelo comando local e demonstraram arrependimento pela gravação do vídeo.
"Eles demonstraram bastante tristeza do fato. Conversamos com eles, mostramos as medias administrativas cabíveis que seriam tomadas em razão desse fato, e eles, muito entristecidos, queriam se retratar, mas não tem como. Depois do dano causado é como uma flecha: depois de lançada ela não volta mais", finalizou.
Fonte: Uol via João Moacir

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